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06 fevereiro, 2022

03 março, 2021

Resenha :: A Senhora da Casa

março 03, 2021 0 Comentários
*recebido em parceria com o Grupo Editorial The Books

Olá, pessoas. Hoje eu venho contar como foi a leitura de um livro que me encantei pela sinopse e, quando recebi da editora, não entrou na fila de leitura, foi leitura imediata!

Com uma narrativa em primeira pessoa, a história se desenrola primeiro nos apresentando a Senhora da Casa, diferente dos próximos moradores, já sabemos de quem se trata e porque ela não partiu, ficou. 

16 novembro, 2020

Resenha :: O Exorcísta

novembro 16, 2020 0 Comentários

Olá, pessoa!! Hoje venho comentar minha leitura de um livro que muitas pessoas conhecem pelo filme também clássico das histórias de terror. Quatro décadas após chocar o mundo inteiro, a obra-prima de William Peter Blatty permanece uma metáfora moderna do combate entre o sagrado e o profano, em um dos romances mais macabros já escritos...

21 setembro, 2020

Resenha :: Apocalipse Segundo Fausto

setembro 21, 2020 1 Comentários
*recebido em parceria com o Grupo Editorial Coerência


Olá, pessoa! Minha resenha de hoje é sobre o livro que já ganhou as Primeiras Impressões aqui no Clube (clique aqui para conferir). E estou certa que se você já leu, sabe que a expectativa e ansiedade ficaram bem altas após a leitura dos capítulos iniciais. Enfim, estou aqui para contar como foi a minha experiência de leitura dessa obra, que, com certeza, é bem mais que apenas uma história de terror.

 

21 julho, 2020

Primeiras Impressões :: Apocalipse Segundo Fausto

julho 21, 2020 0 Comentários

O Clube do Farol, como parceiro do Grupo Editorial Coerência, teve a honra de ser convidado a participar do seleto grupo de leitores que farão as primeiras impressões do livro Apocalipse Segundo Fausto, do autor Marcos DeBrito, em pré-venda no site da editora.

Recriar Fausto para os dias atuais faz com que a veia de terror desse livro venha com um ingrediente que dá todo um diferencial a trama. Coloca o mal a uma porta de distância de nossas casas e muito próximo de nossas vidas, fazendo assim com que o leitor viva a trama de forma intensa.

Além disso, o fato do autor escrever as cenas com maestria, como saídas de um filme, que se desenrola a cada página, torna tudo ainda mais vivo, quase tátil e sensorial. Já nesses primeiros capítulos é visível que a imersão será não apenas total como intensiva, devido aos toques de realidade e lugar comum em que ocorre a história.

O narrador, logo no início, é oculto e em terceira pessoa, a cada parte do livro vai contando as cenas que, em um primeiro momento, parecem ser independentes, mas que logo convergem para formarem o todo, de uma forma tão coesa que, quando me dei conta, já estava presa à história antes que eu registrasse o fato de uma forma consciente. Os diálogos, que a partir do momento em que ganham a narrativa em primeira pessoa na voz de Fausto, seguem uma diagramação diferenciada e com um significado marcante para a história. É importante dizer que a trama criada pelo DeBrito é original e única em seu todo, ainda sim despertando no leitor o desejo de conhecer a obra homônima a essa, ou de uma releitura.

A linguagem do livro deixou a narrativa fluida, assim como a trilha sonora de um filme te prepara para as cenas. Vale ressaltar que transita entre a forma mais cotidiana de falar, para uma linguagem com as palavras e referências mais próximas ao leitor dos livros de terror e sci-fi e converge para algo que só me ocorre como perfeito. Porque a facilidade para leitura, mesmo com um texto cheio de conteúdo, é incrível.

E para mim nos personagens fica o grande trunfo do livro. Mesmo sem ditar nomes, você reconhece os personagens secundários e vê nas falas de Fausto a pessoa simples do dia a dia, da própria convivência. Porém tudo te prepara para mais, para o que ainda virá e que, já no primeiro capítulo, fica claro que será, no mínimo, grandioso. Além de claro o nome do nosso “herói” (?) ser de duas referências literárias de grande peso na literatura e na própria história da sociedade.

Mesmo sabendo de sua ansiedade por saber um pouco mais da história (que nesse ponto pode ser tão grande quanto a minha), além do que foi mencionado aqui e na sinopse, preciso dizer que a diagramação interna do livro está primorosa e à altura da externa que, como já sabemos, é em capa dura, com fita de cetim e corte de páginas em vermelho. Dentro conta com ilustrações e imagens que dão vida e forma ao texto.

Estou ansiosa pelas próximas páginas e por ter minha edição física em mãos, dessa que promete ser uma das obras primorosas no conjunto do ano de 2020.

A todos nós, uma excelente leitura,
Elis.



Informações Técnicas do livro

Apocalipse Segundo Fausto
Ano: 2020
Páginas: 200
Editora: Coerência
Sinopse:
Com os indícios de que o fim do mundo está próximo, um ator reconhecido por interpretar Jesus é acusado de ser o Falso Profeta depois que pequenos chifres crescem em sua cabeça. A massa fervorosa, que anteriormente o venerava, começa a enxergá-lo como uma ameaça à sobrevivência e partem em busca de seu sacrifício para que sejam salvos das trombetas do apocalipse.


Para comprar:

 Livro Físico


Dinâmica, inovadora, eclética e arrojada, a Editora Coerência já chega ao mercado revelando seu diferencial: a divulgação dos autores nacionais, que têm tanta dificuldade em se fazerem notar.
Criada não apenas para viabilizar a publicação de autores (ainda) não renomados, a Coerência conta com toda uma equipe de revisores, diagramadores, ilustradores, capistas e assessores, que preparam a obra para que esta chegue com qualidade à casa de milhares de leitores em todo o Brasil.
Foi pensando em fazer com que sonhos tivessem vida que a editora-chefe, Lilian Vaccaro, formulou a Coerência, para que se tornasse não mais do mesmo, e sim um lugar onde o autor pode, acima de tudo, se realizar e ganhar experiência no mercado editorial.


Conheça mais sobre o Grupo Editorial Coerência
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03 junho, 2020

Resenha :: O Mundo de Lore - Criaturas Estranhas

junho 03, 2020 0 Comentários

Olá, pessoa, o livro de hoje foi originado do premiado podcast Lore, cujos episódios se inspiram nas famosas creepypasta dignas de pesadelos. Para quem não sabe, “Creepypasta é um termo criado para definir as histórias de terror ou lendas urbanas que são divulgadas através da internet em fóruns e demais redes sociais de modo “viral”, espalhando-se rapidamente no universo online”.


A narrativa segue a linha de documentário, que o podcast geralmente tem, e mantém o “diálogo” do autor com o leitor. Isso mesmo, durante as histórias que o autor vai narrar, você vai encontrar algumas indagações, divagações e, claro, um humor repleto de ironia.

A leitura é agradavelmente fluida e a cada bloco temos uma temática sendo tratada. Conhecer alguns autores e clássicos deixa a leitura ainda mais interessante, em especial para quem leu Bram Stoker, Stephen King, Wilkie Collins, dentre outros. E também tem muita história e folclore. Acho bem legal que, invariavelmente, a leitura fez com que eu me lembrasse das nossas histórias de lendas urbanas. Cada tema tem sua história contada através de acontecimentos que tiveram registro público, seja oficial ou por meio da impressa ou ainda documentos pessoais como cartas e diários. Então você é colocado o tempo todo a se manter atento para a frase que abre o livro.

Não acredite em nada do que ouve, e só acredite em metade do que vê. – Edgar Allan Poe

Durante a leitura, fiquei fascinada em como algumas histórias acabaram se entrelaçando de forma tão única com livros hoje clássicos da literatura, como Drácula e A Pobre Senhorita Finch. Outro ponto que achei fascinante é que, mesmo antes da sugestão do autor, eu já havia ido a internet fazer algumas pesquisas sobre temas abordados.


Quem viveu os anos 90 vai se deliciar com as lembranças dos discos da Xuxa tocados ao contrário, da queima do fofão, da loira do banheiro e mais e mais lembranças que se avolumam na memória, enquanto lemos sobre a origem, muitas vezes simultâneas, de um mesmo fato estranho em vários locais.

Mas algo novo havia nascido. Algo mais poderoso que um monstro, algo que vive séculos e se espalha como fogo. – Uma lenda

No mundo do sobrenatural se faz muito comum procurar por explicações, que hoje são simples, para explicar fatos que naquela época seriam tão inexplicáveis, porém também é preciso deixar claro que muita coisa continua, e talvez por muito tempo seja assim, sem nenhuma explicação dentro da lógica pura e empírica.

Advirto que se você é do tipo de leitor que ama ler referências encontradas em um livro, esse é um prato cheio para você dentro da própria editora (o que não deve ser nenhuma coincidência), mas também torna tudo ainda mais fascinante, acessível e terrivelmente tentador.

Você ainda pode visitar e ver Annabelle com seus próprios olhos, se quiser. Mas tenha cuidado. A placa na caixa de vidro tem uma mensagem simples, mas forte: “Aviso: Não abra”.


Como de praxe a editora traz o acabamento gráfico de primeira e que é característico da editora. Capa dura, fitilho e laterais na cor vermelha, capa e lindas ilustrações internas criadas por M.S. Corley. O ponto negativo fica por conta de  algumas falhas de revisão que percebi durante a leitura, e que espero que sejam corrigidas em tiragens futuras.


Nota ::  4,5


Informações Técnicas do livro

O Mundo de Lore - Criaturas Estranhas
Ano: 2019
Páginas: 256
Editora: DarkSide Books
Sinopse:
Elas vivem nas sombras, ocultas nas trevas da noite, habitando os cantos mais obscuros de nossas mentes. Conhecemos algumas delas através de superstições, fábulas e lendas urbanas. Ou, quem sabe, por meio de contos sinistros sussurrados de geração para geração. Elas. As criaturas estranhas.
Acomode-se ao redor da fogueira e tente não temer os vultos sinistros na escuridão. A DarkSide® Books vai contar uma história para você. Uma não, várias. Uma mais aterrorizante do que a outra. E todas elas podem ser encontradas nas páginas de O Mundo de Lore: Criaturas Estranhas.
Originado do premiado podcast Lore — cujos episódios se inspiram nas famosas creepypasta dignas de pesadelos —, o livro de Aaron Mahnke encontrou seu verdadeiro lar na editora mais tenebrosa do Brasil.
Imagine que anos atrás havia um especialista em vampiros alugando seus serviços a quem precisasse. Ou que zumbis realmente existem. Ou ainda que há áreas na Islândia que não devem ser visitadas para proteção do mágico povo escondido.
Compartilhando detalhes fascinantes sobre monstros assustadores e bizarros, O Mundo de Lore: Criaturas Estranhas explora o encanto que nós, humanos, temos por saber o que já houve de fantástico neste mundo em que vivemos. Seja um vilarejo europeu onde gremlins tocam o terror ou uma casa nos Estados Unidos assombrada por um boneco chamado Robert.
As belíssimas ilustrações de M.S. Corley aumentam ainda mais o ar de encantamento que percorre todo o texto. E o “mundo” do título vem bem a calhar: além do podcast de sucesso que contabiliza mais de 180 milhões de reproduções e do livro de arrepiar, o projeto foi transformado em série pela Amazon Prime Video, e já conta com duas temporadas disponíveis em português no Brasil.
A verdade realmente pode ser mais apavorante do que a ficção. Mas quem tem um coração dark batendo no peito gosta — e inclusive pede mais.

18 abril, 2020

Resenha :: A Casa dos Pesadelos

abril 18, 2020 0 Comentários

Olá, faroleiros! Eu estou participando do #halloweenforadeépoca do Clube do Livro ES, promovido virtualmente já que não poderemos ter nosso encontro mensal na Saraiva, e como desafio escolhi o nível onde uma das atividades é participar da leitura coletiva do livro A Casa dos Pesadelos, do autor nacional Marcos DeBrito. Para quem me conhece sabe que literatura do gênero terror não é minha praia, porém, como o livro foi super bem recomendado e devido ao fato dele ser bem fininho, eu resolvi encarar.


Primeiramente eu fiz questão de apoiar o trabalho do autor, bem como a editora, adquirindo o livro e quero desde já parabenizar o trabalho fantástico de toda a edição do livro. As cores, as ilustrações, as páginas laranjas para diferenciar o texto do passado do presente, toda a diagramação, deixaram o livro lindo e nos proporcionando uma leitura maravilhosa, pois todo o visual só ativa mais a nossa imaginação à medida que vamos lendo a história.

Alguns traumas são difíceis de superar. Outros seria melhor esquecer.

Esta frase define muitíssimo bem o enredo da história. Um adolescente que teve um trauma durante a infância na casa da avó e nunca mais retornou lá, até que a sua mãe resolve, 10 anos depois, voltar com ele e seu irmão caçula para visitar a avó. Ele, durante este tempo todo, esteve fazendo terapia para poder superar seu medo. O pesadelo lhe tornou um garoto retraído, calado, antissocial dentro de casa e fora.


Receoso em abandonar o automóvel, Tiago encarava a casa pela janela, nitidamente incomodado por estar em frente à construção que tanto o assombrava. Se tivesse a opção, jamais retornaria.

Aconselhado pela terapia, ele resolve então dar uma oportunidade para tentar enfrentar o seu pesadelo e assim descobrir se o monstro que assombrou a sua infância era real ou não. E vou parar por aqui, porque o livro é realmente bem pequeno e não posso dar nenhum spoiler, se não estraga totalmente a leitura. Mas quero dizer que a escrita do autor foi excelente, a maneira que a história vai sendo narrada te prende na leitura, você fica a cada momento com vontade de seguir em frente para descobrir o que irá acontecer. A descrição do monstro é realmente de arrepiar e o suspense de ativar a sua imaginação.

Tiago sorriu com a postura distinta da garota em encarar os problemas. Se para alguns o sarcasmo era o refúgio dos fracos, como definido por um existencialista francês, para tantos outros era a arma para sobreviver nas ruínas da hipocrisia.


Gente que final... Que final...!!! Meu cérebro bloqueou totalmente tentar enxergar o enredo que o autor nos traz... Fiquei com um gosto de quero mais e pelo visto terei que assistir ao filme para saber o que irá acontecer depois. Super recomendo o livro e é nota 5/5 por tudo.

Boa leitura,

Carol Finco


Nota :: 


Informações Técnicas do livro

A Casa dos Pesadelos
Alguns traumas são difíceis de superar. Outros, seria melhor esquecer.
Ano: 2018
Páginas: 144
Editora: Faro Editorial
Sinopse:
“Uma aparição com um rosto indefinível, desfigurado, com cabelos esvoaçados e que exalava horror.”
Dez anos depois de estar cara a cara com aquela assombração, Tiago finalmente concorda em voltar à mesma casa para visitar sua avó.
Agora adolescente, ele pretende provar para si mesmo, que a terrível imagem que o aterrorizara nas madrugadas por tanto tempo, não passava de uma criação tenebrosa da infância.
Mas, ao chegar no casarão, o jovem se depara com o misterioso quarto de seu falecido avô, agora mantido fechado, e tratado como espaço proibido. As restrições com relação ao aposento, as sensações e barulhos no meio da noite logo alimentam nele a suspeita de que algo terrível habita o local.
Tomado por uma estranha coragem e desejo de ver-se finalmente livre do medo, tudo que o rapaz deseja é descobrir o que há por trás daquela porta.
Então, o pesadelo toma novo impulso quando a figura sombria da infância mostra-se real novamente… mas, desta vez, ela quer atacar o seu irmão mais novo.
Determinado a impedir que o caçula passe por terror semelhante, Tiago, mesmo apavorado, decide enfrentar a criatura. E o que descobre expõe terríveis segredos do passado que ninguém poderia imaginar.

18 fevereiro, 2020

Resenha :: Os Sete

fevereiro 18, 2020 0 Comentários

Olá!! O livro que venho comentar hoje é o primeiro livro de uma sequência. Essa história acontece em uma pequena cidade fictícia do litoral gaúcho, chamada Amarração, passando por Porto Alegre e Osasco — São Paulo. Também é o primeiro livro publicado do autor André Vianco.

Eu quis falar desse livro com você por ser um livro de fantasia sobre Vampiros que se passa no Brasil. É uma ideia criativa de algo já bem conhecido no meio. Outro ponto que merece destaque é que sim os vampiros são do velho mundo, mas, diferente da maioria, esses vem de Portugal. A trama é bem amarrada, porém há inconsistências, talvez por ser o trabalho de estreia do autor. Para mim algumas coisas poderiam ter sido resolvidas de um modo diferente. Mas isso é algo de cada leitor, talvez você leia e discorde de mim.


Em uma narrativa em terceira pessoa, vemos a história começar na cidade de Amarração, onde em uma caravela portuguesa, naufragada com mais de 500 anos, é descoberta dentro dela uma estranha caixa de prata lacrada, que esconde um segredo. Apesar do aviso grafado, com a recomendação de não abri-la, a equipe de mergulhadores, que a descobriu, decide seguir em frente e encontra sete cadáveres. Esses corpos misteriosos e cadavéricos são levados para estudos e tudo parece estar sob controle, até o despertar do primeiro deles.

Parecia tranquilo, calmo, não um morto-vivo recém-despertado. Seu rosto era sulcado, provendo-o de uma estampa lúgubre e fria. Os olhos moviam-se com calma, sobrenaturais, como se fossem capazes de falar em vez da boca. E eles diziam: estou vivo.

Como os vampiros são portugueses, fica fácil entender as falas em português mesmo de Portugal. Os diálogos entre eles são ótimos, mas entre os "humanos", às vezes, fica meio artificial, como de figurantes que ganharam falas de última hora. E assim, os personagens vampiros são muito mais interessantes e até carismáticos que os humanos. Cada um com sua característica bem diferenciada deixando claro qual o seu "poder" ou maior força.

A narrativa é bem cinematográfica, em algumas cenas funciona de forma primorosa, em outras torna tudo meio caricato, acabando por ficar cansativa e até chata mesmo. Algumas viradas de olho ocorreram durante a leitura, rs. Porém, com o despertar de 6 vampiros e a "ida" da história para Porto Alegre, além do estranhamento dos antes adormecidos agora de frente com as modernidades, a narrativa ganha um salto de qualidade e também pitadas de humor.

Todos sabiam que aquela não era uma criatura natural. Fora todo o episodio de ter-se regenerado completamente, um homem normal já estaria totalmente congelado dentro do laboratório. Ele, entretanto, caminhava tranquilo, como se tivesse em seu hábitat.

Aqui também vemos algumas "novidades" acrescentadas à mitologia vampírica, que pode desagradar alguns, agradar a outros, mas que foi fundamental, ao meu modo de ver, para dar ação e aumentar alguns mistérios durante a trama. A personagem Eliana consegue ser o pior clichê estereotipado em histórias terror/fantasia. A mocinha desastrada, lerda e burra que precisa do mocinho para salva-la e resgata-la de tudo, porque sempre vai de encontro ao problema ao invés de fugir dele, quando um simples ficar no carro resolveria o problema.

Preciso esclarecer que apesar disso gostei bastante da história. O suficiente para eu ler as sequências: Sétimo, O Turno da Noite - Os filhos de Sétimo, Revelações e O Livro de Jó. Como não penso em resenhar esses, devo avisar que gostaria muito de ter parado em Sétimo. Mas fazer o que? (Risos). Caso se anime a ler, não deixe de compartilhar comigo o que achou da história.

Nobres homens de bem, jamais ouseis profanar este túmulo maldito. Aqui estão sepultados demônios viciados no mal e aqui devem permanecer eternamente. Que o Santo Deus e o Santo Papa vos protejam.


A minha edição é a da editora Novo Século (já ganhou reimpressões por outras editoras), que me foi cedida em parceria com a Livraria e Sebo Pacobello. A edição é brochura, com ótima encadernação e impressão, o papel é folha amarela, com boa diagramação e revisão. Sem erros de ortografia e digitação.

Boa leitura!

Nota :: 


Informações Técnicas do livro

Os Sete
Tem gente que não acredita em vampiros...
Os Sete #1
Ano: 2000
Páginas: 384
Editora: Novo Século
Sinopse:
Uma caravela portuguesa de cinco séculos é resgatada de um naufrágio no litoral brasileiro. Dentro dela, uma misteriosa caixa de prata esconde um segredo; sete cadáveres aprisionados, acusados de bruxaria. Apesar das advertências grafadas no objeto de prata, a equipe do departamento de história da Universidade Soares de Porto alegre decide violar a caixa para estudar os corpos. Afinal, que perigo poderiam oferecer aqueles sete cadáveres? Nenhum. Mas depois que o primeiro deles acorda...


Para comprar:


Conheça mais sobre a Livraria e Sebo Pacobello
em seu site e redes sociais:

03 janeiro, 2019

Resenha :: Lázaro: Maldição dos Mortos

janeiro 03, 2019 0 Comentários


Oi faroleiros, o Clube é parceiro da Editora Selo Jovem e a fantasia Graham: O Continente Lemúria, escrita por A. Wood, pseudônimo do paulista Vinícius Fernandes, foi meu primeiro contato com a editora. Gostei muito e pedi para resenhar outra obra do autor — Lázaro: A Maldição dos Mortos

Quando comecei a ler Lázaro, me lembrei de Augustus Waters, personagem de A Culpa é das Estrelas, que adora livros de zumbis. Ele ia adorar Lázaro: A Maldição dos Mortos. Três carretas param em plena Avenida Paulista e, de dentro delas, mortos-vivos são liberados, espalhando o caos pela cidade de São Paulo. Luca e Pietro são amigos do trabalho e eles fogem do escritório na tentativa de sobreviverem aos ataques e reencontrarem suas famílias. Durante esse pesadelo, eles ajudam velhos amigos e conhecem novas pessoas. 

Dizem que os zumbis representam a decadência da sociedade, então, lutar contra eles é como lutar contra tudo o que há de mal na humanidade.

Afinal qual era o sentido da vida? Quantas vezes vive-se pensando nisso? Por que nascemos? Para que estamos nesse mundo? Qual o propósito disso tudo?

O livro é dividido em duas partes. A partir da segunda parte, chamada de Regeneração, o que era um bom livro de zumbi se tornou em uma ótima fantasia. Esse plot twist podia ter acontecido antes. Teria gostado ainda mais do livro. Na verdade, não sou como o Augustus Waters. Não gosto tanto da mitologia dos zumbis. 

Uma das grandes qualidades de A. Wood é que ele sempre aborda a diversidade sexual em seus livros, sem que isso seja o foco da narrativa. É apenas mais uma característica de seus personagens, como na vida real. 

A capa feita por Ademir Alves é irada! O livro que recebi não tem orelhas, mas a editora informou que está fazendo as duas versões: com e sem orelha. Acho legal a editora dar opções para o leitor, mas eu vou preferir sempre a versão com orelhas. Não há muito espaço entre as linhas, o que faz com que a leitura não flua como deveria, mas a narrativa do autor nos deixa curioso para saber o que vai acontecer em seguida. Quem será o próximo a morrer? 

Lázaro: A Maldição dos Mortos é bom! Tem um ritmo frenético, com muita ação, sangue, tripas e mortes, mas a mitologia de vampiros e lobisomens de Graham me agradou mais. 

Com amor, André.


Nota :: 


Informações Técnicas do livro

     
Lázaro: A Maldição dos Mortos
A. Wood 
Ano: 2017
Páginas: 212
Editora: Selo Jovem
Sinopse:
Avenida Paulista - 18h00min
Três carretas.
De dentro delas, mortos-vivos são liberados, espalhando o caos pela cidade de São Paulo. Do dia para a noite, a sociedade tem suas estruturas abaladas e entra em colapso. Ao mesmo tempo, Luca, seu tio e amigos tentam a todo custo escapar do pesadelo. Mas sair da cidade não é o fim, e sim apenas o começo da era dos mortos-vivos. De onde eles vêm? Será que a maior cidade da América Latina resistirá?
Do autor de “Graham - O Continente Lemúria”, “Lázaro - A Maldição dos Mortos” tem um ritmo frenético que prende o leitor da primeira à última página.


Compre o Livro Físico no site da editora, clicando aqui!


 _____Sobre o Autor_____

Vinícius Fernandes (A. Wodd)

Nasceu em São Paulo no dia 25 de fevereiro de 1992. Conheceu o mundo literário com 7 anos, depois de aprender a ler. Então, aos 12, criou sua primeira história, que se estendeu por uma trilogia não publicada. Também escreve contos que publica em seu blog pessoal (brenooficial.wordpress.com). Escrever desde os 12 anos de idade permitiu-lhe aprimorar suas habilidades até chegar a seu primeiro romance sólido, Graham – O Continente Lemúria, que assina sob o pseudônimo de A. Wood.
Formado pela Universidade São Judas Tadeu em Tradução e Interpretação, o autor atualmente mora em São Paulo, onde atua como professor de inglês, tradutor e intérprete.