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18 maio, 2022

Resenha :: Gente Legal está em Todo Lugar

maio 18, 2022 0 Comentários



Olá, pessoa! Acredito que uma pergunta recorrente é como incentivar o hábito da leitura, penso que não existe outra resposta a não ser: lendo. Isso mesmo, lendo para uma criança, lendo com ela, convidando outras pessoas para lerem. Enfim, mostrando como a leitura é algo maravilhoso e não apenas algo ligado a vida escolar ou acadêmica.

09 março, 2022

Farol de Poesia

março 09, 2022 0 Comentários



Confesso a vocês que não sou a mais qualificada para falar sobre poesia, eu realmente gosto de algumas, porém dificilmente é o tipo de literatura que paro para ler com frequência, mas isso não quer dizer que, às vezes, não paro. Por isso hoje vim trazer algo diferente do que normalmente trago para vocês, meu pequeno projeto chamado “Farol de Poesia", em que irei indicar alguns livros do gênero que realmente me encantaram. Então, meus caros faroleiros poetas e poetisas, conheçam minhas três primeiras poetisas, que eu espero que vocês também as leiam e se apaixonem.

21 outubro, 2021

Resenha :: Para Todas as Minhas Versões

outubro 21, 2021 0 Comentários



Olá, pessoa do Clube! Ler poesia é como abrir um diário, mesmo que o texto não seja de fatos e acontecimentos reais, é impossível negar a verdade dos sentimentos, emoções, do que fica entre as frases e as palavras — nas entrelinhas. Nesse livro, o título já é por si uma declaração, um empoderamento atribuindo a autora o conteúdo. E na dedicatória propriamente dita, uma expressão de amor, a versão da "neta" da Isabela Gil à sua avó.

02 novembro, 2020

Resenha :: A Minha Mente Fragmentada

novembro 02, 2020 2 Comentários
*recebido em parceria com a Meus Ritmos Editora

Olá, pessoa! A sinopse é muito interessante, porque nos convida a um olhar para dentro de nós antes de ter o contato com o que está dentro dos livros. Em forma de textos, compostos de palavras e letras. Mais que isso, serve como aviso para uma preparação para o encontro de cada um dos poemas.

12 maio, 2020

Resenha :: Pensamentos em Poucas Palavras

maio 12, 2020 0 Comentários

Olá, pessoa! Hoje o livro é sobre pensamentos, inspirações e poesias. Tem quem diga que não lê esse ou aquele tipo de livro, para mim o importante é ser bem escrito. Esse é o requisito para minha leitura. Afinal, um pensamento ou sentimento forte o bastante para não se bastar dentro de uma pessoa e criar a necessidade de escrever, colocar no papel, merece atenção e gera a curiosidade de que sentimento ou emoção foi essa tão forte que agora existe além do pensamento, que ganhou vida em palavras.


Uma coisa sobre esse livro é que não recomendo sentar e ler, não foi assim que ele foi escrito e não é assim que penso que deve ser lido. É ótimo para quem não tem tempo, ou não consegue dedicar muito tempo a leitura, porque os poucos minutos que você parar para ler um dos textos já vão deixar seu dia melhor e você vai manter seu hábito de leitura em dia.

Da janela do trem, venho que muita coisa passou
Mas vejo também que uma rotina está apenas começando
Um novo ano...
Só mais um ano, como outro qualquer.


Esse livro eu ganhei de presente da minha amiga Adriana, de certo modo ele foi mais que um presente, porque em cada pedacinho que eu lia, eu me reconhecia em algo do texto. Afinal quem nunca sentiu saudades, viveu um amor platônico ou se viu começando um novo caminho e redescobrindo a si mesma em novos projetos?

Desejo um dia ser livre pra voar
E ser feliz em um outro lugar
que não seja esse recanto.


As figuras e metáforas que estão no livro são as que tanto tentamos usar em uma tentativa de tornar em imagem sólida, real, o que apenas sentimos e não tem forma nem explicação, só a realidade em forma de sentir. Cada sentimento tem um gosto diferente para quem sente, toca uma parte do corpo que não seria tocada de nenhuma outra maneira, como o calor que aquece o corpo sem queimar e o vazio e o oco que fica por dentro como se não existesse mais nada dentro de nós.

Gosto leve de hortelã,
Lábios molhados.
Seu rosto é uma maçã,
Trajes espalhados.


A qualidade do livro físico é ótima, capa bonita e bem feita, diagramação interna certinha e organizada, com ilustrações a cada página, que rementem ao texto e que deixam a leitura ainda mais prazerosa.

Boa leitura.


Nota :: 


Informações Técnicas do livro

Pensamentos Em Poucas Palavras
Kerley Carvalho
Ano: 2018
Páginas: 137
Editora: The Books
Sinopse:
E foi assim...
Em toda minha vida precisei ter inspiração para me expressar bem. Às vezes ela surgia durante o dia, outrora pela madrugada, mas sempre esteve ali, e por incrível que pareça, a inspiração é mais forte e intensa quando estou em momentos difíceis.
Escritores têm isso, a dor enfatiza os escritos mais incríveis, fazendo-nos vibrar de forma perspicaz e serena.
Aqui você irá encontrar pensamentos vindos do íntimo da alma, escritos com amor, e que para mim tem um valor incalculável. O nome “Pensamentos em poucas Palavras” surgiu em um momento feliz de minha existência e que agora compartilho com você.


Para comprar:

Livro Físico
E-book


The Books Editora é uma casa editorial recentemente lançada no mercado para autores de várias nacionalidades. Viemos de forma humilde, mas com garra prestar todo o suporte para edição e venda de seu livro.
Com seriedade, comprometida e com vontade de crescer junto com o autor. 
Somos uma editora onde o autor será respeitado e terá sua obra recebendo a atenção que merece.
A literatura nacional contemporânea merece mais respeito.
Caso haja dúvidas estamos à disposição.
Juntos, somos mais! 


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08 outubro, 2019

Resenha :: Título pra quê?

outubro 08, 2019 0 Comentários

Olá, leitor (a), trago minhas impressões da leitura de Título pra quê?, da autora Sarah Camilo. Esse livro é um conjunto de poemas, contos e crônicas que te convidam a refletir, pensar e caminhar junto com a personagem que é o fio condutor dos textos.

Gostei da metáfora do deserto que é usada nesse livro nos textos “Os perigos do deserto” e “Surtei!”, para se referir a uma caminhada, em um momento da vida. Porque, por mais que não sejamos sozinhos, nossa vida é sempre decidida por unicamente nossas opções, escolhas e, claro, as consequências do que fazemos.


Nos primeiros textos, somos levados a um olhar sobre a solidão, em um primeiro momento de outrem, depois de nossa protagonista e pôr fim a nossa própria. E onde mais uma figura sozinha seria tão absurdamente solitária que em meios às terras áridas do deserto? Onde mais observaríamos e teceríamos suposições e teorias sobre aquela pessoa, que a observando ali?

Pois é! Agora você é só uma lembrança. Até que uma lembrança bonita. Tudo é passageiro, até mesmo a própria lembrança.

E assim nos deparamos com o silêncio, a ausência da voz que entoa palavras e dão vazão às sensações, emoções e pensamentos e, nesse mesmo contexto de solidão e silêncio, o convite a relembrar o passado, e ver nas areias do caminho as mesmas que marcam o tempo na ampulheta da vida. O passado, tão sedutor quando o presente não é belo e todo sorrisos. Que nos cativa com a memória do que perdemos e que relembra que o tempo é breve como a vida e quantas surpresas relembrar nos reserva, como em: “Se cair, Levanta!", "Terceira Série" e "Pai, Meu Pai".

Só eu. Só você e mais ninguém. Nenhum pedacinho de papel, nenhuma tinta, nenhuma palavra e nada para escrever. Só há o silêncio.

Nessa caminhada vemos em nós as mudanças, as transições e as passagens que sofremos ao longo dos dias, e nesse caminhar solitário observamos o nascer do dia, as manhãs, tardes e noites. Que mesmo a Terra é obrigada a se mover, mudar, transitar entre as mudanças da passagem do tempo. E no momento que as decisões são tomadas, as escolhas e renúncias feitas, construímos a forma de nosso presente. Levados a escolher pelo passado e moldando de forma definitiva nosso futuro, até mudarmos de decisão e fazermos novas renúncias.

Foi muito bom viver aquele momento, jamais esquecerei. Anseio por outros melhores. A vida é curta e nenhuma tecnologia acompanha a sua velocidade.

Foi marcante no texto o anseio, o desejo e o completo desespero pela liberdade. Mesmo em meio ao nada do deserto, entre a areia nos pés e o sol no céu, o desejo por ser livre é várias vezes trazido à tona nos textos. Mas sem dúvida me marcou o encontro de pensamento entre os textos “Vestida de liberdade” e a crônica em duas partes de “Para o dia Nascer Feliz / Escolhas”.


Assim em contos que trazem sentimentos, poemas de empoderamento, liberdade, feminismo, homofobia, violência, depressão, tristeza e amor; e crônicas sobre a vida em sociedade e política como pessoa que vive em meio a outras, fazemos a jornada através do deserto até nos encontrar as portas com a felicidade. Aquela que habita o viver e não apenas existir. Do dar sem esperar receber e ser grato pelo que se tem e não pelo que deixou de ter.

Cuidado com a palavra nunca é demais. Nunca. Assim como nós, a palavra é um organismo VIVO, ela também pode matar, mas também vivifica.

Durante a leitura vemos as influências da autora durante o texto, como Clarice Lispector, Legião Urbana, Cazuza, Engenheiros do Hawaii e um toque de Caetano Veloso, que comprovam que somos a soma do que vivemos e escolhemos viver, dando proximidade e intimidade com o texto escrito. Temos uma leitura que nos faz refletir, nos diverte e seduz em palavras que foram escritas e aquelas que habitam as entrelinhas, que são lidas no silêncio do não escrito, mas que ganham vida quando experimentamos ir pouco a pouco respondendo às perguntas desde a do texto que deu título ao livro, que nos desafia a dizer: pra que título? 



Sobre a edição: a capa diz muito sobre esse livro que apenas cita a chuva, mas que brinca, desafia e de certa maneira exalta o sol e a liberdade. As folhas amarelas e diagramação com letra e espaçamento confortável para a leitura. Ilustrações lindíssimas que nos fazem parar um momento para, entre um texto e outro, “ler o texto na imagem”.

Espero que você leia, e permita-se caminhar com nossa personagem. Boa leitura.


Nota :: 


Informações Técnicas do livro

Título pra quê?
Sarah Camilo
Ano: 2019
Páginas: 80
Editora: Autografia
Sinopse:
Simplicidade: é o que descreve esse livro. Nascido em meio às adversidades, mas, ainda assim, o coração continua pulsante quando o assunto é literatura.
Encontre-se, encontre-se o outro. Quem sabe você não se torne uma pessoa melhor, não é mesmo? Vale muito à pena! Costumo dizer que para me conhecerem é preciso me ler, então fiquem à vontade para me conhecer um pouco.
Acredito que a simplicidade torna a vida um pouco mais leve. Voe com as corujas, fique – se quiser – seja livre! Viva os seus desertos, quando necessário.
Ame e também diga não. Seja humano.
Há uma parte de nós que, às vezes, nos esquecemos. Encontre-a.

16 março, 2019

Resenha :: No Limiar da Aurora

março 16, 2019 2 Comentários

*Este texto foi escrito como prefácio do livro.


No Limiar da Autora tem vários personagens principais, em um momento é o leitor e algumas vezes são as próprias emoções, as narrativas dos sentimentos, enfim... O abstrato das sensações. Que ao serem lidas deixam de ser de quem escreveu e passam a ser meus enquanto leitora.

“aos loucos apaixonados e solitários
aos bêbados e suas canções ainda não entoadas e violões desafinados
entusiastas e amantes desatinados da vida e dos desamores diários”
(Trecho de Ex aspectu nascitur amo)


Cada poesia deve ser lida como uma história única integrante de um todo, porque nesse volume vemos com muita clareza a evolução da escrita da autora e também um amadurecimento da poesia em si, em conjunto com o todo que compõe a obra. A verdade da escrita em cada linha faz o mergulho no universo particular da autora, composto algumas vezes de mitologia e cultura de outros países e povos, uma experiência que emociona e faz o leitor crescer enquanto pessoa com novos conhecimentos.

“afundo meus pés na areia e vejo pássaros ao meu lado
na rocha entre o limo caçando passos a salvo
perco-me em um horizonte de ausências de definições”
(Trecho de Onde meus versos se encontram) 


Os temas das poesias vão do corpo à alma, entre o concreto e abstrato como ema uma dança de sentimentos e emoções que dão vida a poesia, deixando o leitor vivenciando cada poema de forma única e intensa, um verdadeiro banquete aos sentidos que começam com o tato da obra, a visão da leitura, a “audição” do texto lido em silêncio e paladar e olfato, que remetem a lembranças de cheiros e gostos de momentos vividos rememorados pelo texto.

A poesia é uma arte que faz com que cada pessoa que leia tenha uma experiência única e muito particular, porém é também surpreendente porque cada releitura será também única porque, apesar das palavras não mudarem, as mudanças vividas e sentidas pelo leitor trarão novas interpretações, novos olhares, novos cheiros e gostos, e até mesmo uma mudança sutil na voz que conta a história.


Portanto, seja essa sua primeira leitura ou uma releitura de No Limiar da Aurora, te convido a virar essa página e começar uma visita a um mundo totalmente novo para quem lê.

“já que de fato se leu cada verso até aqui
uma parte de mim, já vive por ai
dentro de ti”
(Trecho de Que este não seja meu último poema)


Nota :: 


Informações Técnicas do livro

No Limiar da Aurora
Ano: 2019
Páginas: 160
Editora: Spirito Sancto
Sinopse:
No Limiar da Aurora é a segunda viagem pela literatura da Autora Ida Borchardt. Uma obra que realiza uma jornada através de mitos, reflexões e sensações transcritos em poemas femininos e feministas. Entre as referências a mitologia e a histórias de amor, a escritora vai criando uma trama que culmina nesse encontro com seu universo particular como mulher, poetisa e amante das artes.

Assim como seu primeiro livro, a publicação de No limiar da Aurora foi contemplada pelo edital da Lei de Incentivo à Cultura João Bananeira no ano de 2018 e seu lançamento oficial ocorrerá em abril de 2019.


_____Sobre a Autora_____

Idayana Borchardt



Idayana Borchardt costuma se definir usando três palavras: aquariana, musicista e escritora. A jovem capixaba, nascida em 1990, escreve poesias e contos desde os 16 anos, mas só recentemente começou a divulgar seus textos.
Graduada em Pedagogia e aluna da Licenciatura em Música pela Universidade Federal do Espirito Santo, iniciou suas publicações no meio literário em 2014, quando publicou o poema “Insurgente” na antologia poética “Concurso Nacional de Novos Poetas – Poesia Livre”, pela editora Vivara. No ano seguinte, em 2015, participou das antologias “Além das Cruzadas” e “Outrora”, ambas publicadas pela editora Andross, com os contos “Do Despertar ao Desespero” e “Ambuletis”, respectivamente. 
Em 2016, com a narrativa “Sing for me”, fez parte da coletânea de contos “Pensamentos Eletrônicos”, pela editora Darda. Seu mais recente trabalho foi o poema “Aos pés do Moxuara”, selecionado no 4º concurso Semente Literária – João Bananeira 2016, e publicado em livro de mesmo nome.
Em março de 2017 a autora lançou seu primeiro livro, intitulado "O Som das estrelas caídas", no gênero poesia.