06 fevereiro, 2022
27 setembro, 2022
Resenha :: Matilda
Oi, serzinho! Desde novinha sou apaixonada pelo filme Matilda, até já perdi as contas de quantas vezes assisti, mas por muito tempo eu não sabia da existência do livro, quando soube obviamente que quis ler, acabei enrolando e deixando para depois, perdida em uma lista de leitura que deve que ter um milhão de outros livros. Porém, quando a Galera Junior publicou a edição especial de Matilda, com uma das capas mais lindas que se tem notícia, parei de enrolar e precisei ler essa preciosidade, que tem uma pequena leitora encantadora.
27 novembro, 2024
Resenha :: A Srta. Butterworth e o Barão Louco (Miss Butterworth and The Mad Baron)
Oi, pessoal, descobri que não sou muito boa para resenhar histórias em quadrinhos, apesar de amar ler desde pequena revistinhas em quadrinhos e livros com ilustrações, é difícil para mim escrever sobre o conteúdo, já que acredito que uma resenha para blog deve conter uma certa quantidade de palavras, por isso, peço desculpas desde já, espero conseguir expressar o quanto este livro é especial, mesmo em poucas palavras.
03 junho, 2020
Não acredite em nada do que ouve, e só acredite em metade do que vê. – Edgar Allan Poe
Mas algo novo havia nascido. Algo mais poderoso que um monstro, algo que vive séculos e se espalha como fogo. – Uma lenda
Você ainda pode visitar e ver Annabelle com seus próprios olhos, se quiser. Mas tenha cuidado. A placa na caixa de vidro tem uma mensagem simples, mas forte: “Aviso: Não abra”.
Informações Técnicas do livro
26 dezembro, 2023
Lendo :: O conde de Monte Cristo
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| 62º Leitura do Farol |
A fantástica edição comentada de O conde de Monte Cristo agora em volume único! O conde de Monte Cristo é um clássico da literatura mundial, uma história emocionante e cheia de ação e vingança, que vem fascinando leitores há quase dois séculos.
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Alexandre Dumas prende o leitor numa trama de tirar o fôlego – traições, denúncias anônimas, tesouros fabulosos, envenenamentos – e apresenta uma galeria de personagens que retrata o espectro social de um mundo em transformação.
"Sempre tive mais medo de uma pena, de um tinteiro e de uma folha de papel que de uma espada ou uma pistola."
30 outubro, 2021
23 outubro, 2018
Primeiras Impressões :: Jane Eyre
… eu me lembrava de que o mundo real era vasto, e que uma quantidade enorme de esperanças e medos, de sensações e emoções, estava à espera daqueles que ousassem sair por ele afora, buscando, em meio a seus perigos, o verdadeiro conhecimento do que é a vida.
Todas as tiranias violentas de John Reed, toda a indiferença orgulhosa de suas irmãs, toda a aversão da mãe, toda a parcialidade dos empregados, tudo isso revirava em minha mente como água suja revolvida no fundo de um poço. Por que eu estava sempre sofrendo, sempre apanhando, sempre sendo acusada e eternamente condenada?
— Não creio, senhor, que tenha o direito de mandar em mim, apenas por ser mais velho ou por ter visto melhor o mundo do que eu. O direito à superioridade vai depender do uso que o senhor fez de seu tempo e experiência.
Informações Técnicas do livro
29 maio, 2018
"É uma verdade universalmente conhecida que um homem solteiro, possuidor de uma boa fortuna, deve estar necessitado de esposa."
"A vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam frequentemente usadas como sinônimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho se relaciona mais com a opinião que temos de nós mesmos, a vaidade com o que desejaríamos que os outros pensassem de nós."
"Em vão tenho lutado comigo mesmo; nada consegui. Meus sentimentos não podem ser reprimidos e preciso que me permita dizer-lhe que eu a admiro e amo ardentemente."
Informações Técnicas do livro
12 setembro, 2022
Resenha :: Claro Enigma
Claro Enigma é dividido em 6 partes, advêm da maturidade dos quase 50 anos e não existe uma ruptura com o que veio antes e sim um aprimoramento do tempo, do gênio e dos anos. No entanto, preciso deixar claro que os temas se encontram e se separam em todas as divisões, que na escrita os sentimentos se completam.
31 outubro, 2018
Resenha :: A Intrusa
Júlia é uma autora magnífica. Não é nenhum favor resgatá-la. Ela é um caso absurdo de escritora que não está no cânone literário por puro machismo. Ela é muito superior à grande maioria dos autores de sua época. Os únicos que se equipararam naquele momento são Aluísio Azevedo e Lima Barreto. (Escritor Luiz Ruffato)
As asas do tempo têm forte envergadura; não cansam de voar, mas levam às vezes consigo penas que se não mudam, embora fiquem disfarçadas entre outras que vão nascendo...
E o que me delicia é sentir a alma dessa criatura, que aqui tenho debaixo do meu teto, sem que nunca os meus olhos a vejam nem de relance... Ela se esconde, ao mesmo tempo em que se espalha pela casa toda. É a mulher-violeta, positivamente, não há outra comparação!
Sujeita-se a exercer um lugar suspeito, aceitando todas as condições que lhe impõem e revela uma sensibilidade rara em todos os atos em que podemos a apreciar... Será ela na verdade a mulher perigosa, não pelo que calcula e inventa, mas pelo que merece?
É extraordinário. Desde que esta mulher entrou em minha casa eu sou outro homem, muito mais tranquilo e muito mais feliz. Nunca a vejo, mas a sinto; sua alma de moça enche estas salas vazias de juventude e de alegria.
— Glória casará bem, com um homem que a ame e a respeite. Não faltava mais nada! Minha neta mal casada! Pobre... desprezada... precisando trabalhar para viver... que coisa horrível!
— O que é horrível, mamãe, não é trabalhar; é não saber trabalhar!
[...] Ela para mim não é uma mulher, mas uma alma. Não a vejo, não lhe toco, a sua imagem material é para mim tão indiferente como um pedaço de pau ou uma pedra. Para mim, basta-me a sua representação, neste aroma, peculiar dela e que paira sutilmente por toda a minha casa; nesta ordem, que me facilita a vida, e no gosto com que ela embeleza tudo em que toca e em que pousa a vista. É uma educada. Parece-me que ela deve ter estudado à sombra de castanheiros ingleses, entre campos de tulipas e jacintos tão diversa ela me parece ser das outras mulheres.
Nunca a vi, mas a conheço, adivinhei-a; abstraí da personalidade. Ela é o meu conforto; a minha segurança, a minha felicidade.





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